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Parestesia: o que é, sintomas e como tratar

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Parestesia acontece quando sentimos uma sensação de formigamento ou dormência em alguma parte do nosso corpo, por exemplo, boca, pulmões, entre outros.

A partir disso, o que causa esse fenômeno e como trata-la? Acompanhe aqui neste texto todas as informações sobre a parestesia, como seus principais sintomas, tratamentos, etc.

Tenha uma boa leitura!

o que é parestesia
A parestesia pode surgir após comprimir algum nervo ou após algum procedimento cirúrgico, como no caso da extração do siso.

O que é a parestesia?

A partir da ideia inicial acima no texto, a parestesia é um sintoma que se caracteriza pela sensação de dormência ou formigamento de alguma parte do corpo.

Além dessa sensação, pode atacar diferentes partes do corpo humano, entre eles estão braços, pernas, mão.

Normalmente, ela aparece depois que um membro do corpo sofre algum tipo de aplicação com muita pressão por um tempo, por exemplo, sentar de pernas cruzadas. Com isso, a compressão dos nervos causa a parestesia temporária, a famosa dormência.

Entretanto, é possível que aconteça esse problema em áreas menos comuns, como na boca, chamada nesses casos, de parestesia oral.

Parestesia, causas

De modo geral, a parestesia bucal ocorre após algum procedimento ortodôntico cirúrgico, como a remoção do dente siso, por exemplo.

Mas também há casos em que o nervo é lesionado, como o nervo alveolar inferior, que se localiza na parte interna da mandíbula. Quando isso acontece, é comum que ocorra as seguintes situações:

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  • Extração do dente do siso;
  • Cirurgia ortognática;
  • Implante dentário próximo ao nervo;
  • Procedimentos para remover lesões localizadas na raiz do dente;
  • Cirurgia facial.

Pelo fato de causar muito incômodo, pode ocorrer a dormência de uma parte da língua, de uma parte dos lábios e/ou de uma parte do queixo.

Parestesia diagnóstico

O fato da parestesia ser um sinal de que pode haver presença de diversas patologias é importante que durante uma consulta o paciente fale para o profissional sobre seu histórico clínico, nesse caso, envolverá alimentação, práticas de atividades físicas, entre outras.

A partir disso, cabe ao profissional fazer os devidos exames, que podem ser tanto exames físicos, quanto exames complementares de sangue e de imagem.

Tais procedimentos são importantes para que detecte de forma segura as patologias, que podem ser de diferentes ordens, por exemplo, neurológica, endócrina, autoimune, circulatória, etc.

Sintomas da parestesia oral

Os principais sintomas dessa condição, estão a sensação de formigamento ou dormência de alguma região, que pode afetar qualquer parte do corpo, mas normalmente acontece com mais frequência nos seguintes lugares:

  • Mãos;
  • Braços;
  • Pernas;
  • Pés.

Diante disso, a parestesia pode ser temporária ou crônica, que faz com que haja uma variação dos sintomas. Na temporária, os sintomas não passam muito da sensação de formigamento e dormência.

Contudo, já a parestesia crônica, sintomas como fraqueza, queimação ou sensação de frio ou calor podem aparecer também.

A parestesia crônica pode causar ainda uma dor semelhante a pontadas. De modo que isso pode levar à perda da sensibilidade do membro que é afetado, causando problemas até na forma do paciente se locomover.

tipos de parestesia
Há 3 tipos de parestesia: temporária, oral e crônica. As duas primeiras desaparece em alguns dias, já a última, precisa ter atenção quando somem os sintomas.

Tipos de parestesia

Além da parestesia oral, há mais dois tipos, que também é preciso conhecer. São eles:

Temporária

É a sensação de formigamento de alguma região do corpo e normalmente acontece quando você fica com partes do corpo, por exemplo, pernas ou braços cruzados por muito tempo, que comprimem os nervos.

Esse tipo afeta a maior parte das pessoas. Por isso, é possível dizer que todo mundo já sentiu ou vai sentir parestesia temporária.

Crônica

Já esse tipo, diferentemente da anterior, pode ser um sinal de que há problemas mais sérios com o funcionamento dos nervos ou do sistema circulatório do corpo.
Devido a isso, tem maior chance de acontecer em indivíduos que já estão em idade avançada como um resultado de um mal funcionamento da circulação sanguínea nos membros do corpo (braço e pernas).

É preciso se atentar que há também os fatores de risco da parestesia.

Parestesia, fatores de risco

Fatores de risco

A parestesia não é necessariamente uma doença, mas sim um tipo de sintoma, de modo que qualquer pessoa pode apresentar algum dos sintomas.

Indiferentemente disso, como no caso da parestesia crônica, o risco dos sintomas se intensificarem com a idade tem suas chances elevadas, quando a pessoa apresenta as seguintes condições:

  • Faz movimentos repetitivos que comprimem de forma repetida os nervos, como digitar, tocar um instrumento ou ainda praticar esportes que causam impacto;
  • Consumo alto de ingestão de álcool e uma dieta irregular que leve a deficiência vitamínica, principalmente as vitaminas do tipo B12 e folato;
  • Pacientes com diabetes do tipo 1 ou 2;
  • Doenças autoimune;
  • Disfunção neurológica.

Parestesia x paralisia

Apesar da sensação semelhante, é importante destacar que a parestesia é diferente de paralisia. De modo que a primeira é caracterizada por uma falta de sensibilidade, enquanto que a segunda é quando há uma limitação de movimentos.

Parestesia tratamento

Embora essa condição suma com o passar dos dias, quando é do tipo crônica ou oral é preciso ter a mais atenção. Já que a parestesia temporária dura minutos e não promove desconfortos posteriores.

Para tratar a parestesia crônica é necessário realizar um diagnóstico adequado, que irá verificar a causa inicial e, depois encontrar um tratamento em que o objetivo principal é curar a patologia ou condição da clínica associada.

Adianto que existe uma diversidade de intervenções para esse tipo de parestesia, de modo que a escolha do médico pode depender das particularidades de cada paciente.

Diante disso, o uso de fármacos e repouso são indicados para amenizar os incômodos que persistem durante o tratamento da parestesia.

Outra abordagem, que é utilizada para o tratamento da parestesia oral, é a laserterapia, que promove a regeneração do nervo lesionado a partir de uma ação que funciona como um anti-inflamatório.

Essa opção também pode ser utilizada em situações de parestesia crônica.

Há também a acupuntura, que é uma alternativa mais indicada para amenizar os sintomas desconfortáveis como dor, dormência, formigamento, entre outros.

É importante dizer também de casos em que o paciente não têm resultados significativos com os diferentes tipos de tratamentos, de maneira que seja preciso realizar uma cirurgia local, que busca eliminar completamente os sintomas desse problema.

Por último, quando acontece de um nervo ser rompido, como acontece cirurgias odontológicas, por exemplo, não existe tratamento e nem cura da condição. Entretanto, as chances para isso acontecer são baixas, sendo uma condição rara.

Agora que já sabe o que causa a parestesia está na hora de evitar que ela surja, desse modo invista em hábitos saudáveis com dietas ricas em nutrientes e a prática regular de atividades físicas.

E é claro, visite regularmente seu dentista para saber como anda sua saúde bucal.

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