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Hiperplasia gengival, entenda como esse mal pode afetar seu sorriso!

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A gengiva é uma parte importante da cavidade oral, que pode sofrer com doenças, como já citamos algumas por aqui, hoje é dia de conhecer a hiperplasia gengival.

Além de causar incômodo, ela também pode causar transtornos como baixa autoestima, já que pode apresentar uma aparência desconfortável.

Notou algo diferente em sua gengiva? Entenda aqui como a hiperplasia gengival pode te afetar, desde o que causa até seu tratamento. Uma ótima leitura e vamos lá!

O que é hiperplasia gengival?

Quando se é dito para manter a saúde bucal em dia, não é apenas se preocupar com um sorriso mais bonito, vai um pouco além disso, por exemplo, a gengiva.

Transtornos como a hiperplasia gengival pode acontecer com pessoas de qualquer sexo e de todas as idades, sendo comum até em animais, por exemplo, em cães.

Sendo assim, quando acontece o aumento excessivo do número de células da gengiva, fazendo com que ela aumente de tamanho, chamamos de hiperplasia gengival.

Com no nome já diz, o prefixo “hiper” do grego hupér, tem como significado as seguintes percepções: posição, superior, excesso.

No caso, excesso de tecido, aumentando a gengiva e causando incômodo.

Principais sintomas

Apesar de causar dores e sangramentos, a hiperplasia gengival em alguns casos pode não apresentar sintomas, o que pode ser preocupante, porque pode ser tarde demais para tratamento quando descobre o problema.

De modo geral, ocorre um pequeno aumento da gengiva entre os dentes, podendo ser quase imperceptível.

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Entretanto, em outros casos, pode acontecer de crescer de forma tão excessiva que cobre os dentes, atrapalha na fala e mastigação.

Outros sintomas associados são os desalinhamentos dentários nos arcos maxilar e/ou mandibular, má oclusão, disfunções estomatognáticas, respiratórias, fonoarticulatórias e dificuldade de higienização da boca.

Tipos de Hiperplasia

Para alguns estudiosos, o termo de hiperplasia gengival configura como uma denominação genérica do aumento macroscópico – visível a olho nu dos tecidos gengivais.

Quando isso acontece, é possível que se resulte em várias condições diferentes, e a partir disso, propõe a seguinte classificação de modo simplificado da hiperplasia gengival:

Hiperplasia gengival inflamatória:

  • Associada com a deficiência de vitamina C;
  • Associada à leucemia;
  • Devido a desequilíbrio endócrino;
  • Associada à doença de Crohn.

Hiperplasia gengival não inflamatória

Hiperplasia gengival medicamentosa

hiperplasia gengival medicamentosa

Já é conhecido que medicamentos podem causar diferentes reações. Porém, é preciso ter atenção em alguns como é o caso de pacientes que sofrem de convulsões.

O remédio indicado para o tratamento pode apresentar como reação o crescimento das células da gengiva.

Além desses medicamentos, bloqueadores dos canais de cálcio e imunossupressores podem também causar esse tipo de problema, contribuindo para que haja a hiperplasia gengival.

Dá-se o nome de hiperplasia gengival medicamentosa. Dentro dos casos mais comuns temos também os anti-hipertensivos e uso da fenitoína.

Grau da hiperplasia gengival

O profissional especializado que for te atender, poderá identificar seu caso de acordo com cada condição, desse jeito, ela se divide em:

Grau 0Gengiva sem aumento e firmemente aderida ao osso alveolar, no limite amelo-dentinário.

Sem aparência pontilhada ou granular.

Grau 1Gengiva apresenta um pequeno aumento, sem invadir área visível do dente acima da gengiva.

Aparência pontilhada e granular.

Grau 2 Gengiva com aumento moderado e incremento coronal e lateral invadindo até 1/3 da área visível do dente acima da gengiva.
Grau 3Gengiva sem aumento marcante, invadindo até 2/3 da coroa clínica.

Aspecto globoso irregular friável.

Grau 4Gengiva com aumento severo, engrossada, cobrindo mais que 2/3 da área visível do dente acima da gengiva.

Aspecto irregular friável

Sendo o grau zero menos grave até o grau quatro que é o estado mais grave da hiperplasia.

Causas da hiperplasia gengival

Quando acontece esse aumento no número de células da gengiva, é preciso buscar o que está associado a isso, afinal, qualquer alteração na sua cavidade oral precisa ser observada e caso necessite, tenha um diagnóstico especializado.

Sendo assim, quando o assunto é hiperplasia gengival, diferentes problemas podem contribuir com ela, sendo assim, temos as seguintes possibilidades.

Placa Bacteriana

Relembrando, a placa bacteriana é aquela película pegajosa e incolor, que como o nome já diz, é constituída por bactérias e restos alimentares que se forma nos dentes.

Isso ocorre por causa da má higiene dos dentes e das mucosas bucais, podendo danificar os dentes causando problemas como as cáries e outras doenças orais.

Quando não removida, a placa bacteriana pode gerar o tártaro e até a halitose, contribuindo também para a hiperplasia gengival.

Essa é o tipo mais recorrente da doença. Principalmente em indivíduos que fazem uso de aparelho ortodôntico.

A falta de higiene bucal que leva a placa bacteriana, pode trazer outros problemas, com é o caso da gengivite.

Trauma

Embora muitos não saibam, a escovação quando feita de forma errática pode causar trauma, gerando assim a hiperplasia gengival.

Para evitar que isso aconteça, escolha a escova certa, podendo ser indicada pelo seu dentista.

Já as escovas com cerdas duras, cabeça grande e cabos que tem uma dificuldade na hora de ser utilizada (como no encaixe), podem ser grandes vilões nessas situações.

Porém, elas não são o único problema. O uso errado de próteses também pode contribuir para isso.

Isso acontece quando não há uma adaptação do paciente com a dentadura, que leva a machucados nas gengivas.

Doenças na gengiva

As duas principais doenças que mais ocorrem na gengiva, são a gengivite e a periodontite.

Apesar de que já falamos da gengivite, por ela ser uma doença grave, é importante relembrar sobre ela.

A sua principal causa é a escovação, como ocorre na hiperplasia gengival, porém, o uso do fio dental de maneira incorreta também pode ocasiona-la.

O mesmo pode acontecer quando há a falta da higienização dos dentes. Entre seus sintomas, podemos destacar sangramento leve e esporádico. A gengivite requer atenção por ser de difícil percepção, mesmo quando há sintomas.

Outra doença que também precisa ser lembrada é a periodontite, sendo a evolução da gengivite quando ela não é tratada.

Nessa fase, a gengiva apresenta vermelhidão mais intensa, presença de tártaro e formação de bolsas, que são espaços entre a gengiva e o dente maiores que 1 mm, como acontece coma a hiperplasia gengival.

A partir disso, a periodontite provoca uma inflamação mais severa, sangramento e início de infecção.

Hiperplasia gengival tratamento

Cada caso é analisado e estudado por um profissional, de modo que venha ser feito o melhor para o paciente ao trata-lo.

Tratamentos como gengivoplastia e gengivectomia podem ser indicadas para corrigir as lesões que a hiperplasia pode causar.

O fato delas reduzirem o excesso de tecido de forma rápida e efetiva, dando uma resposta melhor para o resultado que o paciente espera.

Casos como o desta cirurgia, a recuperação é rápida e o procedimento não cicatriz ou marcas aparentes, mantendo a estética do sorriso.

Uma vez que esses procedimentos descritos, visam diminuir o tamanho da gengiva e moldar o seu contorno para deixar a boca além de funcional, bonita.

Prevenindo a hiperplasia gengival

Como em grande maioria dos casos, a hiperplasia gengival é causada pela falta de higiene bucal diária ou quando ela é feita da forma incorreta.

Para que isso não aconteça, é preciso manter alguns cuidados diários simples como a escovação e a limpeza entre dentes.

Na escovação, esse hábito é recomendado que seja realizado no mínimo 3 vezes por dia, ou após cada refeição.

Mas atenção ao fazer isso, para que sua limpeza não cause traumas ou problemas gengivais, verifique se as cerdas da sua escova são macias e apresentam uma empunhadura – modo de segurar a escova.

Já a limpeza interdental que pode ser feita pelo uso do fio denta ou fita dental, para que restos de alimentos não fique entre os dentes, aumentando a placa bacteriana.

Apesar de manter esses cuidados, a ida ao dentista não pode ser negligenciada.

É muito importante que seja feito pelo menos a cada 6 meses um exame de rotina, principalmente por pacientes que sofrem com a condição da hiperplasia gengival.

Quanto antes procurarem o periodontista mais rápido poderá dar início aos tratamentos e evitar que sua saúde bucal piore.

Se você já quer adiantar esse processo, você consegue marcar uma avaliação aqui. Será um prazer atender você!

Gostou do nosso texto? Tem alguma dúvida ou sugestão? Deixe aqui nos comentários que iremos resolver isso juntos!

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