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Candidíase na boca: conheça suas formas de contágio e o que é bom

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A candidíase na boca é uma das principais causas por trás das feridas na boca. É importante que em meio aos primeiros sinais de seus sintomas se recorra a ajuda de um dentista.

Veja aqui o que é candidíase na boca, seus principais sintomas, causas e melhores formas de tratamento:

O que é candidíase na boca?

A candidíase na boca ou candidíase oral se trata de uma infecção formada pela proliferação do fungo Candida albicans.

Essa condição leva ao aparecimento de feridas brancas na língua e no interior das bochechas, podendo afetar outras áreas da boca como gengiva, céu da boca, garganta e amígdalas.

Normalmente, a candidíase atinge principalmente bebês, já que possuem uma imunidade não desenvolvida completamente. Quando identificada nessa fase ela costuma ser chamada de sapinho.

Contudo, vale ressaltar que também atinge adultos, graças ao sistema imune que se encontra enfraquecido no momento, em caso de doenças.

A candidíase na boca pode trazer danos à qualidade de vida, uma vez que as placas brancas formadas na boca tendem a trazer ardência e dores à região. O tratamento deve ser feito o quanto antes para evitar agravamentos da doença.

quais são os principais sintomas da candidíase na boca

Quais são os principais sintomas da candidíase na boca?

A candidíase na boca, por se tratar de um tipo de ferida na boca, pode ser confundida com outros tipos de lesões bucais em sua fase inicial. Contudo, a percepção da doença pode ser feita levando em consideração alguns sintomas característicos, tais como:

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  • Língua esbranquiçada;
  • Aparecimento de lesões brancas ou avermelhadas pela mucosa oral, amígdalas e garganta;
  • Aftas na língua ou bochecha;
  • Dor na região infectada;
  • Sangramentos;
  • Dificuldade na mastigação e deglutição pela dor;
  • Boca seca (xerostomia);
  • Náuseas e vômitos;
  • Aparecimento de rachaduras e de vermelhidão pela cavidade bucal – especialmente para usuários de dentadura;
  • Perda do paladar e apetite;
  • Secreção esbranquiçada (com semelhança ao “queijo”);
  • Sensação de inchaço da garganta – geralmente acompanhada de relatos de sensação de algodão dentro da boca.

Quando identificada no bebê, a candidíase pode ser perceptível ainda pela sua mudança comportamental, já que a criança tende a ficar mais agitada, irritada, demonstrando dificuldade de engolir alimentos e bebidas. As placas brancas pelo revestimento da boca também são comuns.

Em caso de mães que entraram em contato com o fungo pela amamentação, entre os sintomas estão: sensibilidade, vermelhidão e formigamento nos mamilos; pele brilhante ou presença de descamação ao redor da aréola, dor durante ou nos intervalos entre a amamentação.

Por seus sintomas serem encontrados na boca, a percepção precoce de seus sintomas pode ser feita pelas visitas regulares no consultório odontológico.

O dentista irá avaliar se a presença da doença possui relação com a saúde bucal, caso contrário terá suspeita da doença e o encaminhará ao médico. É pela intervenção médica que se é possível identificar o tipo de cândida e determinar qual a variante do caso em questão.

Vale ressaltar que em casos mais graves também é possível ter indícios de uma inflamação no esôfago, que também está associada a dificuldade ao engolir pelas dores.

Como é a forma de contágio da candidíase na boca?

Essa questão pode trazer uma certa confusão, mas a candidíase oral se trata de um quadro contagioso.

Tendo em vista que sua causa principal é o acúmulo do fungo do gênero Candida, é importante que sejam feitas medidas preventivas, contudo, nem sempre o contágio pode ser evitado.

O contágio da complicação é feito por meio de contato direto, podendo ser por meio de beijos, relações sexuais e até mesmo pelo compartilhamento de objetos, utensílios e produtos de higiene.

No entanto, vale ressaltar que o fungo do gênero Candida pode estar presente naturalmente na pele e nas mucosas, sem gerar comprometimento algum. Contudo, há a presença de alguns fatores de risco.

Entre os possíveis fatores de risco para o desenvolvimento do fungo estão: imunidade pouco desenvolvida (no caso dos bebês) e alterações na imunidade que gerem o enfraquecimento do sistema imune do organismo, tais como gripes, doenças crônicas ou HIV.

Há ainda os fatores de risco indiretos, são eles: deficiências nutricionais, doenças do sistema imunológico, doenças endócrinas, doenças do sangue, alimentação rica em carboidratos, boca seca, reação a certos tipos de medicamentos (antibióticos ou corticóides), traumatismo, uso da prótese móvel durante a noite, tabagismo, uso de drogas e má higiene bucal.

Deve-se ter em mente que bebês, crianças, idosos e grávidas possuem maior tendência a apresentar candidíase oral, uma vez que já possuem um sistema imune debilitado.

Nessas circunstâncias, o fungo cresce e se desenvolve mais do que o normal, levando a candidíase na boca e aos seus sintomas.  

Como tratar a candidíase na boca?

O tratamento da candidíase na boca pode ser feito por uma série de tipos de abordagens diferentes. A melhor forma de tratamento poderá ser indicada após o diagnóstico feito pelo clínico geral ou dentista.

É importante que o tratamento seja mediado por um profissional capacitado, permitindo que ele tenha um resultado de sucesso.

Entre as formas de tratamento da infecção fúngica, estão:

  • Uso de antissépticos bucais;
  • Aplicação de antifúngicos tópicos no local (líquido ou em gel) – por um período de cinco a sete dias;
  • Antifúngicos orais – Fluconazol em comprimido – 200 mg no primeiro dia e de 100 mg a 200 mg uma vez ao dia durante 7 a 14 dias.
  • Bochecho seguido de digestão com Nistatina (antifúngico oral) – 4x por dia;
  • Uso de antisséptico tópico;
  • Suplementação alimentar – combatendo a deficiência nutricional pelo enfraquecimento do sistema imunológico;

A medicação deve persistir mesmo com o desaparecimento dos sintomas e até a suspensão feita pela avaliação do médico. Abordagens com remédios caseiros, como o chá de poejo, só deverão ser utilizadas em casos em que haja indicação médica.

Contudo, além do tratamento em si, é importante que se tenha em mente cuidados como manter uma boa higiene bucal, escovando os dentes ao menos 3 vezes ao dia com uma escova de cerdas macias e passando fio dental, e manter uma boa alimentação, evitando alimentos muito açucarados e gordurosos, já que auxiliam no desenvolvimento da proliferação dos fungos.

Como prevenir?

A prevenção da candidíase na boca pode ser feita pela tomada de alguns cuidados simples no dia-a-dia, que tenham como objetivo o aumento da imunidade.

Dessa forma, para prevenir a infecção o indicado é ter uma alimentação saudável e equilibrada, com uma boa ingestão de alimentos com ferro, ácido fólico e vitamina B12. Além disso, a preocupação quanto a higiene bucal deve se manter frequente, contando com a adoção de todos os seus bons hábitos, a escovação precisa, a passagem de fio dental e o bochecho com o enxaguante bucal.

Evitar compartilhar objetos, utensílios e itens de higiene bucal também fazem parte da prevenção da candidíase na boca e outras doenças.

visitas regulares ao dentista

Visitas regulares ao dentista

As visitas regulares ao dentista são decisivas para que o diagnóstico de complicações como a candidíase oral seja feito o quanto antes.

É por meio dessas visitas que o dentista conseguirá avaliar a zona bucal e encaminhar o paciente para o tratamento mais indicado.

O indicado é que a frequência seja mantida ao menos 2 vezes ao ano – de 6 em 6 meses.

A visita a uma clínica odontológica OralDents visa não só um sorriso mais bonito, mas também uma melhor qualidade de vida.

O seu sorriso é nossa prioridade! Confie na OralDents!

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