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Anestesia de dentista: descubra se dói e quais os sintomas

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Anestesia de dentista tem como objetivo principal amenizar a dor que alguns procedimentos odontológicos podem causar. Essa invenção é o motivo do pânico de alguns pacientes, mas em alguns casos, como em uma raspagem, não é necessária.

É usada em procedimentos mais invasivos, como em um tratamento de canal ou de extração de dentes.

Saiba mais sobre a anestesia de dentista e suas demais particularidades. Boa leitura!

O que é a anestesia de dentista?

A anestesia de dentista se trata da ingestão de uma solução anestésica, misturada ou não com uma do tipo vasocompressor. Desse modo, vários nervos perdem sua sensibilidade por certo período de tempo e o paciente não sentirá dor durante o procedimento.

O medo de anestesia do paciente, geralmente vem de experiências traumáticas ou da falta de conhecimento, já que trata de processo seguro e que é de grande ajuda para o sucesso do tratamento odontológico.

Como dito, nem todo procedimento requer o uso de anestesia, e ao mesmo tempo que muitos pacientes a temem, alguns requerem o seu uso na maioria dos procedimentos. Por sua vez, são os procedimentos cirúrgicos que necessitam desse tipo de abordagem, além da resistência do paciente ser um fator decisivo.

os tipos de anestesia do dentista
A anestesia dentária pode ser feita várias formas, dependendo das particularidades da região e da área abordada.

Os tipos de anestesia de dentista

A anestesia realizada na clínica odontológica pode ter 3 finalidades principais, a de bloqueio de campo, bloqueio de nervo e em casos de infiltração local. O dentista seleciona esses objetivos de acordo com a extensão do local de atuação.

Nos casos de infiltração, as anestesias são feitas em terminações nervosas, já em casos de bloqueio de nervo, nos maiores troncos nervosos, e a de bloqueio de nervo, os ramos nervosos terminais maiores. Em suma, pode se atingir um ramo de um nervo específico.

O nome que se dá a estas anestesias são: anestesia troncular; com exemplo da anestesia pterigomandibular, e anestesia infiltrativa, que é feita nos dentes frontais superiores.

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Enquanto a anestesia troncular visa acalmar o ramo nervoso, sendo capaz de sedar toda a parte inferior da mandíbula e de seu lado interno, a infiltrativa pode atuar apenas sobre o nervo do dente específico que se deseja tratar.

A anestesia de dente dói?

A anestesia precisa ser feita com a injeção da solução anestésica com uma agulha. A sensação da penetração da agulha, sua punção e a pressão sofrida, podem gerar um certo desconforto, mas a anestesia em si não dói.

Se controla a dor pela execução da técnica correta e pela implantação calma e lenta. Contudo, caso a região da anestesia esteja inflamada, a anestesia pode demorar um pouco mais para ter efeito. Isso se deve ao fato da infecção e da inflamação em si não permitir a absorção devida da substância, além do pH que se modifica.

Quais os sintomas da aplicação da anestesia?

Depois da anestesia no dente, o paciente pode perceber algumas sensações. Mesmo não sendo tão comuns e nem sendo duradouras, o paciente pode continuar as sentindo depois de algumas horas da injeção.

Dentre esses sintomas estão: sensação constante de agulhada no local, formigamento, espasmos musculares no rosto e tontura.

Caso persistam mesmo que o efeito da anestesia passe, ou após um período de 24h, não hesite em contatar o seu cirurgião-dentista.

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A anestesia no dente pode gerar algumas reações e complicações dependendo da técnica utilizada pelo profissional.

As reações possíveis da anestesia de dentista

A anestesia pode causar complicações na área em que foi injetada, como o surgimento de hematomas. Nesse sentido, se compromete os vasos sanguíneos por acidente na introdução da agulha, levando ao fluxo excessivo de sangue para os tecidos.

Problemas como anafilaxia, em caso de alergia ao produto, e hemorragia também podem se desenvolver. Já a hemorragia pode ocorrer quando o paciente está muito nervoso ou ansioso, ou, caso de uma lesão em algum vaso sanguíneo.

Assim sendo, o especialista logo irá perceber a hemorragia e a solucionar rapidamente. Ademais, caso a anestesia prejudique algum nervo, há perda de sensibilidade pode persistir por ainda mais tempo. A isso se dá o nome de parestesia, sendo uma situação rara.

Qual a duração da anestesia de dentista?

A duração de uma anestesia dentária pode ser de somente algumas horas, variando quanto à sua abordagem, quanto ao tipo de solução anestésica e quanto à quantidade que se fez uso.

Dentre os tipos mais utilizados, a mepivacaína ou a bupivacaína, por exemplo, possuem um tempo de efeito maior do que a lidocaína, que dura somente de 2 a 5 horas, podendo chegar a 12h.

Quando a anestesia pode ser feita?

Para a anestesia ser vista como opção, o odontologista realiza primeiramente uma anamnese detalhista do paciente, levando em conta o quadro de saúde do paciente, assim como o histórico familiar.

Pode se rejeitar o uso de anestésicos locais diante de doenças crônicas, alergias, traumas e contra indicações particulares.

O nervo também pode ser acalmado por anestésicos tópicos, que possuem forma de pastilhas e geram uma anestesia transitória sobre a região.

Posso amamentar após anestesia de dentista?

Essa é uma das dúvidas mais comuns relacionada aos possíveis efeitos colaterais da anestesia no dente. Não há problemas relacionados a esse contexto, no entanto, o dentista deve estar ciente.

Certos tipos de anestesia não vão para o leite materno, mas se seu caso não se encaixar, é possível tomar algumas medidas para contornar tal situação. Dentre elas, a amamentação pode ser permitida depois de 24h do tratamento, ou, dependendo do procedimento, em um período maior.

Algumas anestesias podem ser utilizadas especificamente nestes momentos, e em situações mais extremas, o procedimento deverá ser feito apenas após o desmame do bebê.

Como diminuir o efeito da anestesia de dentista?

O efeito da anestesia de dentista pode passar mais rápido pela realização de hábitos que aumentem a circulação sanguínea na boca.

Dentre as medidas que podem ser utilizadas estão a realização de técnicas de massagem ao redor da boca, a ingestão de iogurte, sorvete e alimentos que não exijam muito da mastigação e evitem lesões no tecido lingual e gengival.

Esses hábitos são capazes de estimular a circulação sanguínea, e em casos extremos, a injeção com Bridion pode ser feita no final da sessão.

Além disso, colocar uma compressa morna próxima a boca, ou com água gelada em caso de dor de dente, também pode ser eficiente. Por fim, tomar muita água e uma medicação específica. A injeção por Bridion, que é feita à base de sugamadex sódico, também pode ser indicada.

Visitas regulares a clínica odontológica

A importância das visitas periódicas a clínica odontológica também é vista aqui, já que com a realização dos procedimentos regulares em dia, juntamente com a higiene bucal adequada, se evitam problemas bucais, e assim procedimentos invasivos que requerem uma abordagem com anestesia.

Desse modo, é por meio dessa ação preventiva, que a evolução da placa bacteriana é barrada, assim como a formação do tártaro, das cáries e do desenvolvimento de doenças gengivais. Essas últimas, por sua vez, necessitam de processos cirúrgicos específicos.

Não esqueça de consultar seu odontologista caso a anestesia traga complicações e situações desagradáveis. O acompanhamento odontológico deve persistir até a finalização do processo para um resultado satisfatório.

Tendo isso em vista, garanta mais saúde e qualidade para seu sorriso agendando em uma de nossas clínicas odontológicas OralDents.

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